Maria Barreto Dávila (CHAM / NOVA FCSH)

é doutorada em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da NOVA de Lisboa. É investigadora integrada do CHAM - Centro de Humanidades, onde coordena a Linha Temática de História das Mulheres e do Género. É autora do livro A Mulher dos Descobrimentos. D. Beatriz, infanta de Portugal, Lisboa, Esfera dos Livros, 2019.

Marize Campos (DEHIS - PROFHISTORIA / UFMA)

é Professora do Departamento de História da Universidade Federal do Maranhão - UFMA e do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória - UFMA). Possui Mestrado em História Social e doutorado em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH / Universidade de São Paulo - USP. Desenvolve atualmente o Projeto de Pesquisa “Mulheres no santo ofício: elementos para a compreensão do trabalho feminino nos séculos XVI e XVII em Lisboa segundo a documentação inquisitorial”. As suas áreas de interesse são História das Mulheres, História da Inquisição e Ensino de História.

Ana Teresa Hilário (CHAM / NOVA FCSH)

é aluna de Doutoramento da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da NOVA de Lisboa, encontrando-se a desenvolver a dissertação "Rebanho de cândidas cordeiras? Género, regulação e resiliência no Convento de Santa Mónica de Goa (1606-1734)".  É Assistente de Investigação do CHAM - Centro de Humanidades.  Actualmente tem-se dedicado ao estudo da História das Mulheres, ao seu lugar em sociedades coloniais e às suas vivências e relações

Mariana Meneses Muñoz (NOVA FCSH)

é Historiadora pela Universidade de Antioquia (Colômbia), estudante do doutoramento em História com Especialidade em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa na Universidade Nova de Lisboa. Tem investigado sobre os abusos sexuais das autoridades eclesiásticas para a América espanhola dos séculos XVI e XVII; desenvolveu investigações sobre o tema dos quais tiveram como resultado, apresentações e artigos. Agora o seu interesse de investigação centra-se nas formas de representação jurídica e o acesso à justiça por parte das mulheres nas suas interações com as instâncias de justiça nas culturas ibéricas em contextos pós-tridentinos.

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